As coisas acontecem por acaso? Ou fazem parte de um caminho particular que cabe a cada um descobrir e seguir? Como vencer obstáculos encontrando alternativas e caminhos? O que move a busca de cada ser humano pelo espírito e a capacidade de viver em grupo? Estas são apenas algumas das perguntas que iam pela cabeça do autor quando ele embarcou no Trem da Morte.
O vago desejo de dar mais importância ao lado espiritual se transformou ao longo das cidades, templos e ruínas de civilizações pré-incaicas por que passou. Se nos títulos anteriores, o autor se preocupava com a busca interior, agora a luta é pela harmonia em grupos que por circunstâncias precisam conviver.
O que parecia acaso foi se juntando num quebra-cabeças que deu a Sergio Motta a maior aventura de sua vida. Primeiro, testando-lhe a força com que buscava entender os incas, depois, brindando-lhe com um fascinante caminho rumo a Machu Picchu, por duas trilhas paralelas. Na externa, dificuldades, perigos, esforços que possibilitaram um interessante quadro sobre como os grupos se formam, evoluem e funcionam em sintonia com a liderança. Internamente, um caminho não menos fascinante traçado até Intipunku, ou porta do sol, que promete iluminar para sempre o coração dos que se dispõe a fazer esta jornada.
Prepare-se para embarcar numa viagem inesquecível que poderá ajuda-lo a descobrir a verdadeira trilha da felicidade.














